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Quando vi a pesquisa que mostra Veneziano lierando a preferência na sucessão em Campina logo entendi que o que estava na rua não era uma ação de cidadania contra a corrupção, mas uma fábrica de escândalos financiada pelo prefeito Romero Rodrigues e repercutida por gente que tem o CPF lotado na PMCG.

Se Romero teve todo esse tempo para denunciar e não o fez, na verdade confirmou ao TCE as obras que a gestão passada executou, por quê só agora Rennan Trajano de Farias foi alçado a condição de salcafor da pátria?

Elementar, meus caros, elementar. O prefeito cochilou e o período pré eleição chegou mais rápido do que imaginava e com ele o humor do eleitorado.

A pesuisa que Romero esconde eu tive acesso e pase a entender o tudo ou nada. Romero quer a inelegbilidade de Veneziano, pois fizeram ele acreditar que só assim será reeleito.

A declaração do conselheiro TCE Nominando Diniz, de que tudo foi investigado, acompanhado e as obras estão lá, sem as máculas que a dupla Romero e Renanan agora apontam.

NOMINANDO ATESTA A LEGALIDADE DAS OBRAS – O Conselheiro Nominando Diniz, que presidia o Tribunal de Contas da Paraíba – TCE-PB na época em que o órgão avaliou as obras da Construtora JGR contratadas pela Prefeitura de Campina Grande na gestão do ex-prefeito Veneziano Vital do Rêgo tranquilizou a população quanto a denúncias feitas pelo ex-tesoureiro da PMCG, Renan Trajano e reforçadas pelo atual prefeito, Romero Rodrigues de que houve fraude na análise nas referidas prestações de contas.

Nominando, em resposta a questionamento feito pelo jornalista Rubens Nóbrega – publicado em sua coluna desta quinta-feira (30) no Jornal da Paraíba – tranquilizou o profissional e seus leitores quanto aos questionamentos levantados, afirmando que um sistema implantado pelo TCE-PB durante sua gestão como presidente evita que gestores (prefeitos) ou fiscais fraudem registros, medições e conclusões de obras fiscalizadas, o que contesta denúncia de que Veneziano pudesse ter fraudado as prestações de contas.

O conselheiro se refere ao sistema denominado georreferenciamento. Ao profissional de imprensa, o Conselheiro do TCE-PB Nominando Diniz fez questão de frisar três importantes pontos, reproduzidos pelo jornalista:

1) Quando presidiu o Tribunal, (Nominando Diniz) implantou o georreferenciamento na fiscalização de obras públicas;

2) Essa tecnologia ou programa de computador viabiliza o processamento de informações cartográficas (com digitalização de mapas e plantas de obras, por exemplo), o que afastaria as chances de gestores ou fiscais fraudarem registros, medições e conclusões de obras fiscalizadas;

3) Não existe nem existia até a tarde de ontem, no TCE, qualquer contestação ao relatório de auditoria e acórdão que validaram as obras atribuídas à JGR pela gestão Veneziano Vital (2005-2012), irmão do ministro Vital, ex-prefeito de Campina e atualmente deputado federal pelo PMDB.

Desta forma, o ex-presidente do TCE-PB reforça o que Veneziano tem dito e, mais que isso, comprovado, através de documentos, a exemplo do Relatório do TCE-PB que contém o resultado da análise, verificação ‘in loco’, fiscalização, medição e avaliação das obras contratadas pela Prefeitura de Campina Grande à Construtora JGR, na época da gestão Veneziano.

Com mais essa comprovação, Veneziano disse esperar que seus adversários se convençam de que o relatório apresentado pelo TCE-PB referente às suas contas de 2009 – que contém a avaliação das obras executadas pela JGR e contestam as denúncias do ex-tesoureiro – “mereça confiança e, acima de tudo, respeito ao trabalho fiscalizatório feito pelos técnicos do órgão e, posteriormente, da análise do relatório por parte dos conselheiros e do representante do Ministério Público, com o voto pela aprovação das contas referentes a este e a outros contratos, sem ressalvas e com a comprovação da realização, medição e pagamento de todas as obras realizadas”.