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Rolo compressor para queimar o PR e tormar-lhe o vistoso Ministério dos Transportes, mas quem for santo lá em Brasília ou aqui na Paraíba que atire a primeira pedra ou agüente o contraponto pesado e Dilma pode ir parar no paredão.

Depois de converter afastamento em férias, Luiz Antonio Pagout percorre os subterrâneos da crise dos Transportes como um fio desemcapado.

Tomado pelo que diz em privado, o ainda diretor-geral do Dnit parece disposto a produzir um curto-circuito antes de ser desligado em definitivo da tomada.

Leia-se, a propósito, nota veiculada pelo Painel, na Folha:

– Diário de férias: A queda de Alfredo Nascimento pode não significar o encerramento da crise instalada no setor de Transportes.

Luiz Antonio Pagot, um dos pivôs do episódio, procurou senadores do PR para dizer que parte dos aditivos a obras foi feita para alavancar a candidatura presidencial de Dilma Rousseff, em 2010.

Ressaltando não ter havido irregularidade nessas ações, o diretor-geral do Dnit -cuja exoneração já está anunciada para depois de suas férias- afirma que recebia “ordens superiores”, entre outros, de Paulo Bernardo, então no Planejamento, hoje nas Comunicações.

Pagot foi aconselhado a submergir, mas a oposição quer ouvi-lo em comissão do Congresso.

Se o PR chegar a conclusão que setores do PT ou do PMDB se articulam nas sombras para lhe tomar o ministério a boiada inteira vai para o brejo, inclusive a vaqueira Dilma.

Aliás, Dilma falava muito bem do ministro Alfredo Nascimento em 2009, e Lula também,  como todos podem assistir no vídeo a seguir.

Em tempo: o novo ministro será Blairo Magi, senador do PR.

 

 Com Blog do Josias