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Parece mentira, mas não é. Quando Hervázio pulou a cerca e foi lá na fazenda de Ricardo Coutinho, que é seu vizinho na zona rural de Bananeiras, apunhalou Cícero e engessou a OAB, cujo irmão é o presidente.

Se subtrair lideranças do adversário já é importante, imaginem ela trazendo a reboque uma entidade importante como a Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Paraíba?

Antes que algum advogado que conseguiu passar no exame da Ordem recentemente se arvore em ingressar com uma ação contra este jornalista, explico com todo cuidado para não arranhar a imagem de um homem de bem como o é Odon Bezerra.

Capaz de fazer qualquer coisa pelo irmão, Odon foi acorrentado ao carro de boi em que Hervázio capitulou e passou a lamber as botas de Ricardo e se contentar com as sobras da Granja Santana.

Odon não queria, apelou várias vezes ao irmão, mas, por coerência familiar, fechou-se em copas. E junto com ele a OAB.

Desde este dia a OAB virou uma pedra de gelo em um freezer congelado abaixo de zero. A PM é açoitada e a OAB cala, os professores são agredidos no Palácio e a OAB faz de conta que não viu, os secundaristas vão às ruas e a OAB fica rubra de vergonha, mas não fala.

E não fala porque Odon atropelaria a subserviência do irmão, hoje cotado para ser o líder de um governo impopular, ilegal em vários atos e imoral em sua essência.

Lá na OAB só o NAE e o seu presidente Léo Vieira ousam levantar voz e sair em defesa da legalidade.

Odon, infelizmente, ta dominado.