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Em qualquer partido contador tem papel meramente técnico e presta serviços com absoluto respeito aos clientes. No PMDB da Paraíba, não.

Quem é Antônio Souza no jogo do bicho para falar tanto sobre a política partidária e muito pouco sobre a contabilidade?

É sabido que o PMDB paraibano recebe um repasse mensal de mais de 100 mil reais, dificilmente repassa o fundo partidário para outros diretórios e o contador conta todo tipo de estória, menos a história do paradeiro dessa fortuna mensal.

Antônio Souza é escalado para vir à boca de cena falar grosso contra um senador e um deputado federal do partido, como atacou-os ontem quando soube que Lira defende Veneziano na presidência da legenda, mas se cala e as vezes até fala fino quando o tema é a contabilidade mensal do PMDB e o destino do fundo partidário.

Antônio Souza é neófito, não tem votos e nunca teve a coragem de submeter seu nome ao crivo popular, mas já foi presidente do PMDB e, na condição de contador, conta o que Maranhão manda ele contar como desculpa à falta de rodízio e democracia, além de desrespeito aos que tem mandato popular, como Lira e Veneziano.

Por essas e outras que o contador do PMDB vem sendo chamado de Forrest Gump, o contador de estórias.

Dércio Alcântara