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Com as águas de março vieram às definições e o “se” começa a abrir, em abril, espaços para o “sou” e é justamente quem teoricamente tem o maior poder de agregar pela força da caneta que tá esvaindo-se feito algodão doce no sol de meio dia.

A perda do amigo Lúcio Flávio, pensador, braço direito e confidente abre a fuselagem do governador Ricardo Coutinho e sua gestão perdeu a blindagem a ponto de qualquer fedelho arremessar uma pedra e causar estragos irreparáveis.

Do núcleo duro RC só conta hoje com Edvaldo Rosas, Ronaldo Barbosa, Estela e Coriolano. Mesmo assim, envoltos num clima de disputa interna, a exemplo do jogo bruto entre Estela e Coriolano.

“Ricardo é o político mais mentiroso da Paraíba”, segundo pesquisa do Fórum dos Servidores e caminha para ter sua história política desmoralizada num processo eleitoral extremamente desfavorável.

Cresce na população uma onda para deixá-lo fora do segundo turno, numa demonstração pÚblica de reprovação ao seu modelo de gestão e modus operandi pessoal.

Quando ainda na campanha de 2010 a militância adversária entoava nas passeatas o “xô satanás!”, sem bola de cristal antevia que a Paraíba estava embarcando numa aventura política perigosíssima, o maior estelionato eleitoral de todos os tempos.  

Agora, renova-se a oportunidade de manter ou deletar e, para não correr riscos, o consenso parece ser castigar o estelionatário político logo no primeiro turno, deixando que outros personagens decidam em segundo turno que tipo de gestor os paraibanos preferem.