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A explosão cega de ódio patrocinada pelo auxiliar do prefeito Romero Rodrigues nas redes sociais, quando o Procurador Geral do Município, José Mariz, saiu do campo das idéias e atacou a honra do ex-prefeito Veneziano com linguajar que foge ao vocabulário de um advogado que já foi dirigente local da OAB, tem repercutido negativamente e tem levado muita gente a questionar essa estratégia vale tudo, inclusive a serventia de uma CPI que se arrasta sem resultados práticos.

O desequilíbrio de José Mariz e o ódio reverberado pelo vereador João Dantas dão cara a uma estratégia de geração de desgaste bastante manjada, que é a tal da CPI do Tesoureiro, que aqui eu prefiro chamar de CPI da Última Bala, numa alusão ao fato de que é a única arma que o grupo Cunha Lima tem hoje para evitar a derrota do prefeito.

Será que a população aprova essa política de muro baixo? Estaria o Legislativo na opinião do povo agindo certo ao desperdiçar precioso tempo em uma investigação de faz de conta?

Caberia ao presidente da Câmara, Pimentel Filho, encomendar uma pequisa para avaliar se o Poder Legislativo sob o seu comando tem ou não a simpatia popular, seguindo a linha ditada pelo Palácio do Bispo.

O que o Procurador Geral do Município acrescentou ao seu cargo quando postou ataques pessoais a honra do ex-prefeito Veneziano, que não o fato de ter mentalidade provinciana e de pequena estatura?

Quais os motivos para a criação, instalação e protelamento da CPI comandada por João Dantas, se não o palanque eletrônico que ela garante-lhe e a produção artificial de fatos para arremessar no principal concorrente do prefeito?

Se João Dantas tem conclusões do interesse da sociedade que as apresente. Se tem uma testemunha importante, que uma interpelação faça sair dela o que diz ter.

O que não interessa mais a ninguém são os ataques pessoais e as CPIs de faz de conta.