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Quero que o presidente da FUNJOPE Lúcio Vilar me explique porque deixou de contratar orquestras de frevo da Paraíba para privilegiar uma do Recife.

Sabidamente, temos os mais brilhantes músicos e naipes fantásticos de sopro, fato reconhecido por todos.

Aqui nós temos gente capaz de animar o réveillon, mas o presidente da FUNJOPE fez uma opção pelos pernambucanos e precisa vir a público se explicar.

Outra coisa que Lúcio precisa explicar é porque virou coveiro do festival de cinema Aruanda, que sob sua batuta foi sepultado e, mesmo tendo sido um sucesso durante oito edições, faleceu e será cremado esse ano.

Que coisa!