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Se Adriano Galdino não esperava que o destino lhe reservasse a honra de ser presidente da Assembleia, imaginem ser governador, mesmo que por um curto período?

O que me chama a atenção na trajetória do presidente da Assembleia é a simplicidade com que coloca as coisas em pratos limpos, sem delongas.

Por exemplo, ele disse o óbvio para todo o PMDB ouvir e refletir: o apoio do PSB à candidatura de Veneziano, líder de todas as pesquisas em Campina, depende da reciprocidade na Capital.

Esse jeito cristalino que Galdino tem de colocar as cartas na mesa facilita o entendimento e confirma o que eu disse em um artigo. Para o PMDB lançar candidatura própria em João Pessoa e ainda fechar aliança com o PSDB, terá que antes romper a aliança e entregar os cargos ao governador.

Adriano Galdino tá certo. Manoel Júnior, não. Dentro dessa lógica o governador Zé Maranhão tem que fazer valer o acordo de 2013 e entregar o diretório municipal do PMDB para Gervásio Maia.

RC e Galdino não colocaram o peemedebista no comando da Assembleia no próximo biênio de graça.

Quando Adriano Galdino diz que o PMDB tem que fazer sua escolha está reverberando com aquela sua simplicidade de homem do interior o que o governador cosmopolita não conseguiu ainda se fazer entender.

Resumindo: o PMDB dá ou desce!