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Qualquer pessoa que se dirigir hoje a SUDEMA vai descobrir que aquela autarquia só atende ao público três vezes por semana e. mesmo assim, em apenas meio expediente nas terças e quintas, no horário da tarde, e nas sextas pela manhã.

Resultado dessa política da gestão do superintendente João Vicente é que, segundo denunciam os servidores, há um acúmulo absurdo de mais de sete mil processos.

Estão travando por até um ano obras que precisam de licenças ambientais ou a simples liberação de autorização para um caminhão transportar combustível, pois tudo tá centralizado nas mãos do superintendente.

João Vicente é figura indicada pelo todo poderoso super secretário João Azevedo, espécie de primeiro ministro de RC, apontado como o seu candidato a governador em 2018.

A situação na SUDEMA é tão grave que milhões em recursos dormem nos cofres da Caixa Econômica e estão estornando para os ministérios em Brasília, por culpa do atraso na liberação de licenças ambientais.

Prefeitos reclamam, empresários chiam, o público comum não consegue nem tirar um documento simples no setor de protocolo, pois no memorando 002/2015 o superintendente determinou que “nenhum documento oficial, verbal ou escrito, poderá ser fornecido para o público, sem a expressa autorização da Superintendência”.

Um usuário revoltado me contou que “nunca viu a SUDEMA tão inoperante como agora. Ou destravam a SUDEMA ou setores como a construção civil acumularão prejuízos absurdos com a morosidade e terão que demitir trabalhadores, desabafou.

Num panfleto que circula pela cidade os prejudicados afirmam que dois mil processos estão parados na Coordenadoria de Controle Ambiental aguardando parecer, três mil na Procuradoria Jurídica e outros dois mil na Divisão de Floresta.

Outra fonte constante de reclamações são as altas taxas praticadas pela autarquia, onde uma simples licença para um caminhão transportar combustível custa R$ 3.097,53 por ano.

Gerando o caos, o protegido de João Azevedo precisa explicar ao seu padrinho os motivos da estagnação total da SUDEMA em sua passagem por lá. Se é por falta de agilidade ou imperícia.