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Quando me falam que hoje é Dia do Jornalista logo me vem a mente a situação de grande dificuldade que está passando o colega Nonato Bandeira e quem gosta dele deve multiplicar preces para que se restabeleça logo da baixa estima que mergulhou.

Antes cantado em verso & prosa como gênio da comunicação, texto bacana, estrategista e coisa e tal, mergulhou em curva descendente desde o dia em que foi preterido pelo então amigão Ricardo Coutinho naquele seu velho sonho de sair da condição de assessor de imprensa para ser o assessorado, de noticiarista para ser notícia.

Nonato deixou a poderosa SECOM estadual, onde mandava prender e soltar a informação que quisesse, tido na época como o único acesso a quem se acha o deus da política paraibana, e foi à forra derrotar quem lhe substituiu no coração do “amigo”, a saber Estela Bezerra.

De carrasco de Agra – pois conspirava em suas costas para ser o candidato do PSB – passou a trombeteiro fiel e, numa jogada inteligente, assim como Temer, sem votos, foi lançado a vice de Cartaxo, onde ainda está até 31 de dezembro deste ano.

E onde está a decadência? – Pergunta o curioso.

No rastejo invertebrado aos pés de quem lhe humilhou, caluniou e ainda quer distância, Ricardo Vieira Coutinho, pois o antes bem avaliado Nonato virou um agente político sem cacife nem para articular com o ex-amigo e hoje Bandeira fecha as coisas com o CPF do CNPJ.

Nonato conversa com João, o CPF, que intercede junto ao CNPJ, Ricardo Coutinho.

Nunca imaginei que o jornalista Nonato Bandeira, um formador de opinião altamente qualificado, um dia recuasse para o status de liderança comunitária.

Rezemos, oremos e mandemos muito axé para que essa boa alma saia dessa fase onde sua áurea tá bloqueada por obsessores.

Um pouco de Raulzito para desanuviar. Amigo Nonato. Melhor dizendo, Amigo Pedro.