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EXCLUSIVO – Na época em que foi amplamente investigado pelo descaramento na contratação de funcionários fantasmas em seu gabinete na Primeira Secretaria do Senado, Efraim Morais tinha certeza que o telefone estava grampeado por todo mundo que queria tirar uma casquinha da empáfia com que combateu sistematicamente o governo Lula.

Agora ele nem desconfia, mas grampearam mais uma vez os seus telefones, seja o do gabinete na secretaria de Infraestrutura ou o celular de uso pessoal.

Só que dessa vez ele nem sonha que foram os aliados, os bisbilhoteiros da vez.

Outro dia eu comecei a contar aqui a história do uso de equipamentos de arapongagem na Paraíba. Prometi liberar a lista de 38 pessoas com escutas e agora digo que o ex-senador Efraim Morais foi monitorado por membros do Coletivo RC.

Recebi de uma fonte com livre trânsito na secretaria de Segurança Pública a informação do uso do sistema AIKO no monitoramento político.

Chequei a informação com cautela e digo sem medo de errar que o Coletivo RC monitora Efraim Morais, presidente do DEM, de uma maneira tão ostensiva que nem quando estava sob os holofotes no Escândalo dos Fantasmas ele foi.

Aí você se pergunta: por que Efraim, se ele é “aliado”? “Aliado” entre aspas, pois o Coletivo não confia nele, engole.

Mas, não é só Efraim, tem mais 37 personalidades do meio jornalístico, político e jurídico, vivendo em um Big Brother sem saber.

Na seqüência eu digo quem são os sisters. Aguardem!