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Para um futebol que se mostrou anão, por toda a Copa do Mundo de 2014, faz sentido que o novo técnico da seleção seja mesmo o Dunga.

A imprensa até já divulgou que o aproveitamento dele, à frente da seleção, foi de 76%, contra os 74% conseguidos por Felipão em sua segunda oportunidade. Então cabe perguntar: que diferença é esta? Os 76% de Dunga conquistaram um 6º lugar, os 74% de Felipão nos deu de presente um 4º lugar, com direito a humilhação e, no meio do clamor por mudanças, a CBF demonstra toda a sua competência e sensibilidade, apresentando alternativas para deixar tudo certo e nada resolvido.

Talvez o próximo passo seja apresentar Chapeuzinho Vermelho como terapeuta do grupo e Rapunzel como cabeleireira oficial para que os jogadores não percam tempo marcando hora nos salões dos hotéis. Nada de preocupação com as bases, nenhuma reestruturação séria, nenhum plano no qual acreditar.

Assim, parece que o famoso “era uma vez”, que sempre deu início aos contos de fada, vai direto para o epílogo de uma história respeitável e honrosa, que é o Futebol brasileiro. Sem final feliz, termina com “era uma vez a seleção brasileira”.