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Caso dos livros: Valtécio Rufino responde a Rosinalda Gouveia

Sem citar nome, pelo “facebook ” a Sr. Rosinalda Gouveia,  saiu em defesa de Alex  Feliciano Miguel, o mesmo que foi mencionado em matéria do site clickpb.com como sendo sócio de uma empresa chamada soluções AP que participou de licitação de venda de livros na prefeitura de João Pessoa, e disse:

Rosinalda Gouveia  Pelo “facebook”

“Quem aqui em Taperoá e em outras cidades vizinhas, não conhece nosso amigo e tão estimado Alex, professor, ex funcionário da Câmara Municipal de Taperoá, filho de pessoas integras, humildes, que por onde passa faz amizades…. Ontem pessoas do mal, que tem medo de enfrentar os grandes, feriram os pequenos, não que Alex seja pequeno, mas numa politicagem absurda nos deparamos com as hierarquias, como alguém pode ter coragem de expor uma pessoa tão querida da nossa terra? Uma pessoa que só faz o bem, vive do seu trabalho, da sua vida, que durante muito tempo conquistou o carinho de alunos, colegas professores e de toda uma sociedade que vê nele o espelho de uma pessoa humana, maravilhosa, não podemos deixar que alguém com tantas facessem princípios, postem em BLOGS, matérias e inverdades sobre alguém tão especial quanto você Alex! Atire no alvo e veja do que sobra de você, pergunte as pessoas quem é você e quem é Alex, e dificilmente você suportará as diferenças gritantes…Somos mais ALEX!!!!!!! Pra se fazer jornalismo é preciso formação, conhecimento, somos de uma geração do avanço, não do atraso…. não aceitamos mais uns semi analfabetos, brincando de repórter, destilando seu veneno ás pessoas inocentes que não fazem mal algum, que informam a vingança, a maldade e a inveja. E pra Terminar onde estão as provas que incriminam ou simplesmente lhe embasa para tamanha maldade? Alex nós amamos vc!!!! Nós estamos com vc!!!! Isso basta, o resto é pura ficção…” 


É lamentável que uma professora expresse um pensamento tão preconceituoso como esse. Não me vi reproduzido nesses comentários, quando ela diz: ..”alguém com tantas faces…”,pois minha face é única, e é a do povo de Taperoá. Quando chama de “sem princípios”, também não me sinto ofendido porque conheço a minha origem. Sou filho de Geralda Rufino da Silva, um professora ética e boa mãe.

Só não compreendi quando disse “Atire no alvo e veja do que sobra de você,” Que alvo? você quem? Eu (Valtécio Rufino da Silva)? Os blogs e sites? O que vai acontecer?


Uma professora que não reconhece os avanços dos filhos de Taperoá. “não aceitamos mais uns semi analfabetos“,. Só para o conhecimento do meu público, Passei grande parte de minha vida, não por opção, na cidade do Rio de janeiro e estudei até o sexto período de direito na Universidade Estácio de Sá, além ter feito mais de dez outros cursos. Nunca me coloquei como Jornalista, mas sim como comunicador, a Lei me garante isso!

“Pra se fazer jornalismo é preciso formação,” quem diz, qual a Lei que diz?

“somos de uma geração do avanço, não do atraso” Se ser da geração do avanço é pregar abertamente ódio contra analfabetos ao invés de promover iniciativas que o ajude a superar a dificuldade, prefiro dizer que não há diferenças de gerações quando se tem o mesmo pensamento de respeito pelas diferenças étnicas, sociais, religiosas e políticas. A minha geração é a mesma dos que pregam amor e repelem o ódio.  

Finalizo dizendo, não tenho o costume de andar armado, mas parafraseando um artista popular: “minha palavra vale um tiro e eu tenho muita munição para gastar”.

Valtécio Rufino da Silva