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Lá vem ele. No meio da multidão tenta parecer um dos populares, mas não é um homem do povo. É um político. Um político cuja esposa ostenta uma bolsa de R$ 30 mil. Um político que viaja de avião para o interior a anda de carroça de burro na capital!

Que burro é esse? Burro é quem votou nele, mas a burrice tem um fim, mais cedo ou mais tarde…

Deixa ele trabalhar, vão me dizer alguns, mas por acaso eu estou impedindo alguém de trabalhar?

O povo brasileiro vem aprendendo a cada eleição a separar o joio do trigo e atitudes politiqueiras ocupam cada vez menos espaço no coração do povo.

O que me espanta nessa história toda é que ele veio de baixo, foi forjado na pobreza, mas é como diz o ditado “quem nunca comeu melado…”

Meu amigo, aprenda a fazer campanha. Não tente ser um novo “salvador da pátria”, afinal, nós sabemos que você não é!

O pobre jumentinho deve estar hoje com vergonha, mas ele não tem culpa. O jumento é como alguns como alguns que ganham para atacar aqueles que exercem o direito de criticar. Faço críticas a este modelo decadente por saber que este tipo de atitude é fruto da imaginação de quem detesta povo. Odeia gente e pior que isso, é dissimulado.

E o carroceiro? Será esquecido após as eleições e se um dia passar necessidade (que Deus não deixe isso acontecer), receberá a frieza dos poderosos contra sua própria família.

Este é o nosso Brasil, onde imagens que só cabem na cabeça de Dias Gomes, são comuns.

Entre a carroça, o carroceiro, o político e o burro fico com o pobre animal, que não pôde escolher seu destino.