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O Coordenador de Comunicação da Prefeitura de Campina Grande, Carlos Magno, lamentou nesta quarta-feira (07) declarações do Deputado Federal Romero Rodrigues (PSDB), contrárias à aprovação do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos para os servidores da Saúde. Segundo Magno, Romero “não tem moral para criticar o PCCV, pois eles pagavam salários com abono”.
 
Carlos Magno lembrou que, quando Veneziano assumiu a Prefeitura, em 2005, se deparou com uma “relação crítica da Prefeitura para com os servidores”. Ele lembrou que o grupo político do qual Romero Rodrigues faz parte pagava salários com abono. “A Prefeitura de Campina Grande era, na época, uma das poucas do país que não pagavam nem o salário mínimo. Os servidores tinham um vencimento pequeno, que era completado com o tal do famigerado abono”, provocando prejuízos enormes.
 
De acordo com o Coordenador, assim que assumiu a PMCG, Veneziano determinou o aumento salarial para todas as categorias, eliminando de vez o abono. “E, nestes últimos quase oito anos, os servidores deixaram de conviver com o abono, defendido por Romero Rodrigues e seu grupo”, lembrou.
 
Carlos Magno lembrou que quando Veneziano assumiu, também se deparou com um quadro de precariedade na contratação dos servidores da Saúde. “Os médicos eram contratados pelas Sociedades de Amigos de Bairro, as SABs. Não havia estabilidade para Agentes de Saúde ou Agentes de Vigilância Ambiental e foi Veneziano quem resolveu a situação desse povo todo, com a realização de concursos públicos”.
 
O Coordenador lembrou ainda outras conquistas dos servidores na gestão Veneziano, a exemplo do calendário de pagamento. “Hoje o servidor sabe com muita antecedência o dia que vai receber o salário mensal e o 13.º. Veneziano também adotou o pagamento dentro do mês trabalhado e num só dia, para todas as secretarias. Tudo muito diferente do que vinha ocorrendo nas duas últimas décadas”, disse.
 
Ganho real de 43% – Magno lembrou que a gestão Veneziano concede reajustes salariais sempre acima dos percentuais inflacionários, o que gerou para os servidores um ganho real de 43%, desde 2005. “É bom lembrar que nos 20 anos anteriores à administração Veneziano houve uma perda real para os servidores de 15,7%”.
 
Veneziano também efetivou, através de concursos públicos, os Agentes Comunitários de Saúde e os Agentes de Vigilância Ambiental; e realizou concursos públicos para os profissionais do Programa Saúde da Família – PSF, que recebiam seus salários através de contratos precários com as SABs; implantou o Piso Nacional do Profissional Médico (R$ 3.060,00) e, agora, o PCCV dos profissionais da Saúde.
 
Carlos Magno lembrou ainda a capitalização do Instituto de Previdência dos Servidores Municipais – IPSEM, que estava prestes a fechar porque, desde a sua criação, a Prefeitura descontava os valores do IPSEM nos contracheques dos funcionários, mas quase sempre não os repassava ao instituto, gerando uma dívida de aproximadamente R$ 80 milhões, sem contar com a atualização financeira monetária da dívida.
 
“Com isso, Veneziano passou a garantir o futuro dos nossos servidores”, disse ele. “Hoje o IPSEM é o segundo melhor instituto da Paraíba, em termos de superávit financeiro, após o instituto de previdência de Cabedelo. O IPSEM de Campina Grande tem cerca de R$ 25 milhões de recursos financeiros aplicados no Mercado Financeiro, à frente do de João Pessoa, que tem cerca de 14 milhões e do próprio Instituto de Previdência do Estado, o IPEP, que tem R$ 13 milhões”.
 
Carlos Magno finalizou dizendo que “seria bom que os servidores da Saúde e a população campinense, em geral, lembrassem no ano que vem as posturas que Romero adota agora”.