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Os leitos vagos na rede municipal de saúde de Campina Grande eram mesmo fantasmas!
Boletim divulgado hoje pela saúde estadual mostra colapso nos hospitais da cidade.
A ocupação dos leitos de UTI do Hospital de Trauma de Campina atingiu 200 por cento.
No hospital das clínicas também não há mais vagas para pacientes com Covid que precisam de tratamento intensivo.
A real situação da rede hospitalar campinense foi descortinada um dia depois da gestão municipal defender reserva técnica de 30 por cento dos leitos de UTI, rejeitando pacientes de outros municípios.
A decisão da prefeitura foi rapidamente contestada pelo Ministério Público, que manteve a obrigatoriedade da saúde campinense de dar suporte a central de regulação do Estado e determinou a divulgação diária da ocupação de leitos na cidade.
Obrigados a ser transparentes, a verdade apareceu, revelando o colapso na rede pública de saúde da cidade.
Uma realidade que estava sendo encoberta por uma única e inacreditável razão:
Evitar que a gestão municipal seja obrigada a engavetar o negacionismo e agir em defesa da vida dos campinenses, até então envolvidos numa falsa e letal sensação de controle que jamais existiu na Serra da Borborema.

Confira: