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A família Coutinho podia ter terminado o ano de 2014 contabilizando apenas vitórias,  contando vantagens,  esnobando os demais sobrenomes que vivem da política. 

Mas, como toda família que tem uma ovelha negra,  vai ter que amargar a humilhação de ter Coriolano Coutinho na ceia de natal com cara de derrotado. 

Não entendo a necessidade de, além do comando político do Estado,  os Coutinhos também desejarem comandar o futebol amador e profissional. 

Não entendo os motivos que fizeram Coriolano expor o governador numa derrota vergonhosa para Amadeu Rodrigues na disputa pela presidência da FPF.

Ricardo Coutinho podia ter virado o ano sem essa saia justa. Coriolano podia ter assumido seu papel sombra e se conformado em cuidar do projeto agrário,  mas optou por sair das sombras e, ao vir sob a luz, botou o seu pé frio numa disputa desnecessária. 

Derrotados, Cori e RC agora vão buscar justificativas para o fiasco da aventura, pois foram rejeitados no plural. 

A pergunta é: será que a próxima jogada da família Coutinho logrará êxito?  Falo da eleição da mesa da Assembleia e a essa hora Adriano Galdino talvez esteja se sentindo um Cori.