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Se eu fosse Nonato Bandeira mantinha o pé no acelerador e avançava com a candidatura até as urnas, mesmo que o preço fosse não ser mais convidado preferido para momentos de descontração do governador Ricardo Coutinho que numa viajem íntima de carnaval levou a tiracolo o casal Lúcio Flávio e Ariel, deixando Célia e Nonato só com o gostinho do que em outra conjuntura poderia ter sido momentos inesquecíveis a quatro na Cidade Maravilhosa.

Todo mundo tem uma trajetória de ascensão e queda; a diferença entre uma pessoa e outra está na capacidade de manter-se no topo da pirâmide por mais tempo e o feeling de Nonato avisa que RC bateu no pico e nesse momento está em movimento decrescente e chegou a hora de buscar luz própria para sair da condição de sombra.

Se eu fosse Nonato Bandeira ignorava apelos, ultimatos, recados e outras chantagens, montava meu guarda chuva e pagava pra ver quantos votos tem uma eminência parda, pois, dependendo da performance e do feedback dos leões de chácara da mídia que paga a preço de ouro, poderia sair de 2012 eleito deputado estadual ou federal em 2014, coisa que nenhum dos Urquizas, Rosas e Biras da vida conseguirão, pois são capachos e não bota cano longo, subjugados e não subjugadores.

Essa coisa das esposas trocarem farpas no Twitter foi legal, pois fazia um tempão que não víamos Célia e só assim ficamos sabendo que na vida de Nonato existem outros respirando, além do seu par político no civil e religioso Ricardo Vieira Coutinho, que agora ficamos sabendo que, ao contrário de sua Célia,, não é mais até que a morte os separe, na alegria e na doença.

Literalmente bígamo, Nonato agora terá que fazer uma opção pela família e seguir seu próprio destino, ou manter-se no amancebo com o ídolo e contentar-se com o segundo plano ao invés de subir no palco com canhão seguidor e câmeras em superclose.