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Assim como os poderes Legislativo e Executivo, o Judiciário existe para prestar serviço ao cidadão. No caso, interpretar e aplicar as leis que manterão a vida do coletivo num padrão de tranqüilidade.

Só que as vezes componentes isolados deste poder agem como se estivessem acima da Lei e ao invés de promover o bem estar coletivo, criam situações descabidas.

Cito o exemplo o juiz Luiz de Moura Correia, que decidiu bloquear o WhatsApp e prejudicar milhares de pessoas que usam o aplicativo por que considera que a empresa internacional que não tem escritório no Brasil descumpriu uma ordem judicial.

Outro caso é o daquele juiz federal Flávio Roberto de Sousa, que apreendeu os carros do empresário Eike Batista e depois foi usufruir dos bens como se fossem seus.

Como podem dois juizes usarem da força que a Lei lhe confere para prejudicar o coletivo tirando do ar o WhatsApp ou se apropriando de bens que são frutos da corrupção?

Na manchete do jornal “Economist” o Brasil é tratado como “bagunça” e no editorial dizem que estamos atolados.

Nova edição da Economist destaca o Brasil na capa (Foto: Reprodução/Facebook)

A corrupção na Petrobras envolvendo gente do Governo e Congresso é a causa dessa crise, mas ninguém percebeu que também o Judiciário precisa ser fiscalizado e denunciado quando comete seus excessos ou se omite e amplia o mar de lama.

Digo que existe gente honrada nos três poderes e por uns não podemos tirar a maioria, mas o papel da imprensa deve ser fiscalizar e denunciar  e só uma ampla reforma política, tributária e moral mudará nosso destino.