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Dois aliados do deputado Luiz Couto são cúmplices do crime organizado na Paraíba. Cássio, por ter nomeado o coronel kelson Chaves para comandar a PM, e Ricardo Coutinho, por ter nomeado o coronel Euller Chaves para suceder o irmão no mesmo posto.

Partindo da lógica de que quem nomeia é litisconsorte, pois confia e compartilha responsabilidades, Cássio e RC dão cobertura ao esquadrão da morte na Paraíba.

Para Luiz Couto não há mais dúvida de que o ex-comandante da PM no governo Cássio, coronel kelson Chaves, foi quem montou e comanda a moto preta, o esquema de pistolagem que ceifou centenas de vidas nos últimos anos.

Logo, se Couto provar que Kelson é o comandante do grupo de extermínio, poderemos deduzir que o atual comandante da PM foi nomeado para manter a família blindada.

A acusação é muito grave e cabe ao MP pedir que a Polícia Federal investigue e conclua se o deputado Couto ta certo ou errado.

Mais que isso, deverá o governador Ricardo Coutinho promover o afastamento imediato do comandante da PM até que tudo esteja esclarecido.

Mas se Luiz Couto tiver sido leviano deve ter a hombridade de abrir mão da imunidade parlamentar para responder na justiça por crime de calúnia e ser obrigado a reparar eventuais prejuízos causados pela injúria.