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Todo ditador tem um ideólogo na sombra justificando seus atos. É o que se convencionou chamar de eminência parda e o “Ravengar” de Ricardo Coutinho é o jornalista Nonato Bandeira, secretário de Comunicação e confidente sentimental nas horas vagas.

Para zelar pela imagem do seu par Nonato vai colocar em prática um ousado plano até hoje nunca tentado por nenhum outro ocupante daquela pasta por mais carta branca que tivesse.

Ele vai centralizar as quatro principais verbas de comunicação da Paraíba no setor público, que pela ordem são: Governo do Estado, PMJP, Assembleia e Câmara de João Pessoa.

O cerne da audácia consiste em finalizar a operação batizada pela primeira dama de “vixe, é a limpeza!”.

Nonato controlará a partir de decisões políticas e laranjas de altíssima confiança todo o fluxo que sair desses quatro caixas, mapeando para onde vai e porque vai.

Assim, pensa ele, evitará que “inimigos” continuem recebendo algum tipo de patrocínio sem a necessária filtragem.

O objetivo é claríssimo: asfixiar jornalistas e veículos de comunicação que não estejam rezando pela cartilha que ele redigiu.

Cá pra nós, não sei quem é pior, o personagem ou a sombra.

Em tempo: Nonato é candidato a prefeito de João Pessoa.