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Quem mandou matar Bruno Ernesto e por quais motivos? Sim, a família tem o direito ao esclarecimento, pois tem chorado a perda do filho e hoje sabe que não foi uma fatalidade. Bruno Ernesto foi executado como queima de arquivo. Mas, pergunto, porquê e a mando de quem?

São perguntas que não querem e não vão calar e as evidências apontam para um link com o escândalo que ficou conhecido como Jampa Digital.

Inês Ernesto, mãe de Bruno, merece que o desaparecimento precoce do filho seja investigado mais uma vez e pela Polícia Federal, pois a esfera estadual sofre a influência de quem foi apontado no inquérito da PF como beneficiado direto.

Bruno era um jovem inteligente da área de TI, foi chamado pelo então prefeito Luciano Agra para assumir o Jampa Digital e com pedido para que produzisse um relatório completo.

Bruno começou o trabalho e viu ali a chance de se firmar, pois achava que botaria o Jampa Digital para funcionar e , assim , se projetaria.

Mas, ironia do destino, Bruno com essa missão cavou a própria sepultura. Descobriu o que não devia, chegou perto demais de derrubar um castelo de cartas do jogo sujo de bastidores e tombou como vítima.

Foi assassinado por um grupo montado para enterrar ele e o que descobriu. Fizeram tocaia em frente ao prédio onde morava, seqüestraram o jovem, levaram para uma área de desova e deram um tiro na nuca, tipificando a queima de arquivo.

Qualquer delegado federal chegará a essa conclusão e poderá desmantelar a teia e botar na cadeia o mandante. A entrada do MPF e da PF se faz necessário, pois além de envolver desvio de recursos federais ta investigação na esfera estadual jamais andará.

Os pais de Bruno merecem uma resposta, a Paraíba quer saber quem mandou matar Bruno Ernesto.

A ex-primeira dama Pâmela Bório também quer saber.

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Pamela 08junh2015