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A escola do governador Ricardo Coutinho tem formado alunos à sua imagem e semelhança. Bem pagos, os afoitos jornalistas da tropa de choque comandada por Nonato Bandeira – que batizo agora de Coletivo Nonatro Bandeira – com o dinheiro público da SECOM, até a sua saída topavam tudo. E ainda topam,.

Só não topam ser vidraça e quando passam de acusadores a acusados logo invocam as mesmas armas do ídolo Ricardo Coutinho. Processos, processos, processos. Se todos que foram detratados por eles impetrassem ações o TJ estaria estrangulado pela demanda.

Para quem tem medo do cerco jurídico, policial ou financeiro, funciona. Para quem, como eu, não teme, por está ao lado da verdade, é bala trocada. Invoco e invocarei em qualquer tribunal a exceção da verdade, pois tudo que escrevo de fato acontece e todos sabem, mesmo que por um tempo esteja camuflado, mas lá na frente, como tem acontecido com os escândalos no governo RC e Agra, a verdade aparece e a PF entra em cena e a imprensa nacional e até o Fatástico da Rede Globo repercutem.

Qual o político quem não foi desmoralizado pela venalidade e mau caratismo de Luis Torres, Fabiano Gomes e outros desse Coletivo montado e fiinanciado por Nonato Bandeira com dinheiro público?

Desde quando essa borra faz jornalismo sério, imparcial e honesto?

Em nenhum momento disse que o deputado Jandhuy Carneiro era a minha fonte para apontar o que todo mundo sabe. O deputado protocolou um pedido de informação na Assembleia para saber dos gastos da SECOM na gestão de Nonato Bandeira e eu completei aqui no blog dizendo que há despesas absurdas constatadas na passagem de Nonato pela SECOM e que a sucessora dele tem dito para quem quiser ouvir que por lá passou uma quadrilha e que há sete milhões mal explicados em despesas com carro de som e locação de palco.

Minha fonte sabe das coisas e confio nas informações que me deu e, como posso manter o sigilo da fonte, venho de público dizer que o deputado Jandhuy não é minha fonte, apenas ao receber as mesmas informações que eu e dezenas de jornalistas recebemos, resolveu protocolar um pedido de informação sobre gastos da SECOM na passagem de Nonato por lá.

Se ninguém tiver se borrando, basta então a secretária Tatiana Domiciano mandar para a AL e para a imprensa um relatório de como Nonato torrou 17 milhões de reais em poucos meses e se há ou não a farra de sete milhões com carros de som e palco.

No que se refere aos três porquinhos, useiros e vezeiros na prática de ameaçar, pressionar e desmoralizar a honra das pessoas, aviso que encontraram pela frente alguém que não os teme: eu, o caçador de alma sebosa.

Vou a qualquer instância tranquilo para enfrentá-los, pois minha fonte é boa e muita coisa vai vir à tona. Documentos originais.

Pergunto: como o Coletivo Nonato Bandeira arranjou recursos para arrendar a Miramar FM, criar e manter uma revista e um site e financiar tantas viagens nacionais e internacionais num padrão de vida nababesco, e ainda lançar uma candidatura a prefeirto de João Pessoa?

Se a hora de carro de som é cinquenta reais e a locação média de um palco não passa de dois mil reais, quantas notas fiscais e eventos seriam necessários para justificar sete milhões?

Quem tem que ser interpelado, e estão sendo, são os que não gostaram da carapuça. Não vou mais polemizar com a raia miúda e quero agora pedir explicações aquele que exerceu o cargo público e ordenou as despesas.

Fala Nonato Bandeira! Ou vai querer se esconder atrás dos pupilos?