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Ação Popular também pede a nulidade da nomeação de Arthur Cunha Lima para o TCE

Quem com ferro fere com ferro será ferido. Esse corte no duodécimo do Poder Judiciário tem feito muita coisa andar naquela Corte. A fila andou e Fernando Catão dançou; a fila volta a andar e agora é Arthur Cunha Lima quem vai dançar.

Da caneta do mesmo advogado que levou Catão aos tribunais, acusado de crime de nepotismo por ter sido nomeado Conselheiro vitalício do TCE por forcinha do sobrinho Cássio Cunha Lima, também saiu a ação popular que pede a nulidade da nomeação do ex-deputado Arthur Cunha Lima também para o cargo de Conselheiro daquele tribunal que julga contas de políticos.

O advogado Edir Mendonça informa que está muito perto o desfecho sobre a nomeação de Arthur e que já depois do carnaval muita gente pode se surpreender.”Ele não tem indoneidade moral e nem conduta ilibada, dois pré-requisitos constitucionais para assumir este cargo”, disparou.

É fato que o TCE virou a menina dos olhos de muitos políticos pelo simples fato de o cargo ser vitalício, pagar bem e conferir poderes cuja classe política se derrete: condenar ou livrar um gestor do que fez ou deixou de fazer.

Uma Corte tão poderosa deveria prezar pela equidistância, mas, ao contrário, está cada vez mais politizada e por lá os técnicos passam longe.

Anotem aí: tem dois ricardistas sonhando com assentos no TCE e para eles a queda de Catão e Arthur pode significar o início da realização de um sonho.

Quem são? Urquiza e Rosas. É claro!