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Leiam o artigo de Paulo Henrique Amorim no seu Conversa Afiada e também escutem o seu último Podcast

Dallanhinho pode confiar em Fachin?

Olá, tudo bem?

Esse podcast é sobre a improvável sobrevivência do ministro Moro.

O Dallanhinho, como demonstrou o Intercept, não passa de um cúmplice submisso e obediente do Moro, o verdadeiro líder da organização criminosa que se instalou à sombra da Republica Nostra de Curitiba.

Como diria o Luis Nassif, prendem o Nicola da Calábria… E o Moro não prende o Queiroz do Rio Comprido.

O Dallanhinho é tão despudorado que não entrega o celular à Polícia dita Federal.

E se recusa a ir depor na Câmara (ou Câmera, quá, quá, quá, do Moro) provavelmente porque o Dallahninho também morre de medo da Jandira Feghali.

O Intercept flagrou o Dallahninho ao dizer “in Fux we trust”.

O comportamento do Fux, especialmente diante dos predadores da XP – ou do XP -, o comportamento dele demonstrou que ele tem razão.

O Dallanhinho tem razão quando diz “in Fux” ele e o Moro podem “trust”.

Mas o Dallanhinho também disse que “o Fachin é nosso”.

Depois da conversa com o Fachin ele disse que “o Fachin é nosso”.

Aí é preciso jogar uma pitada de sal.

Sal em algumas feridas já abertas.

Depois da revelação do Dallanhinho, o ministro Fachin não reagiu como o Fux.

Fachin não confirmou a suspeita do Dallanhinho.

Num evento em Curitiba, habitat dos criminosos da Vaza Jato, o Fachin disse:

“Juiz que comete ilícito deve ser punido”, disse Fachin.

Que juiz comete ilícito?

O Moro, é claro.

Quem o Fachin vai julgar em breve?

O Moro!

E o Dallanhinho, o que é?

O Dallanhinho é um fanfarrão!

Quá, quá, quá!