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O trabalho de reestruturação da Rede de Ensino da Capital segue sendo uma das prioridades da Prefeitura Municipal de João Pessoa. Após vistoria realizada nos primeiros dias da nova administração, foi constatado que, das 100 escolas municipais existentes na Capital, 47 delas foram entregues à gestão de Cícero Lucena sem condições de receber os estudantes, sendo cinco das unidades em situação precária e fechadas.

No mês de janeiro, o prefeito esteve visitou três das cinco unidades de ensino fechadas: A escola municipal de ensino fundamental Anísio Teixeira, no Esplanada, e Severino Patrício, no Alto do Mateus, ambas fechadas desde 2018; e a escola Moema Tinoco, no Grotão, que não abre as portas desde 2016. Juntas essas três estruturas atendiam mais de 2 mil alunos, que passaram a ter aulas em prédios improvisados ou foram transferidos para outras instituições.

Na ocasião, Cícero destacou a necessidade de uma mudança no modelo de gestão com acompanhamento sistemático das obras. Em cada obra há um gestor, um engenheiro responsável desde o acompanhamento da elaboração do projeto até a prestação de contas.

De acordo com a secretária de Educação e Cultura (Sedec), América Castro, um dos grandes problemas foram as quebras de contrato que aconteceram no fim da última gestão. Segundo ela, muitas empresas que estavam reformando as escolas abandonaram as obras após o fim do primeiro turno das eleições.

“Trinta e três escolas tiveram suas reformas interrompidas por um processo de destrato das empresas, que após o resultado do primeiro turno das eleições paralisaram as obras. Também encontramos falhas nas planilhas, que em muitas escolas não atendiam realmente as necessidades da mesmas. Estamos trabalhando para desburocratizar o processo licitatório para retomar as obras em algumas unidades o mais rápido possível”, explicou.

Recorde – Mesmo em meio à pandemia de Covid-19, a Prefeitura registrou um número recorde de matrículas na Rede Municipal de Ensino. Ao todo, 70.309 alunos estão matriculados em uma das 100 unidades de ensino da rede, superando o ano anterior, que teve 65 mil estudantes inscritos. As aulas seguem online por meio da plataforma Google for Education, além da orientação por WhatsApp e entrega de material impresso.